| Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundície da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus. — II Coríntios 7:1 |
O pangolim é um mamífero que habita a Ásia e a África. Tem o corpo alongado, recoberto de escamas ou apêndices córneos sobrepostos uns aos outros em parte, lembrando as telhas de um telhado. A cauda é comprida e os membros são curtos. A boca é desprovida de dentes e a língua é comprida e protrátil (que se pode alongar para a frente).

As escamas possuem bordos cortantes. Quando o animal se enrola, as escamas levantam-se, passando a constituir um meio poderoso de defesa. Alimenta-se principalmente de formigas. Neste, e em outros particulares, lembra o nosso tamanduá-bandeira — esse belo animal que, por motivo da ignorância e crueldade dos caçadores, está em vias de completa extinção. O pangolim passa o dia no oco de uma árvore ou numa toca, de onde sai à noite em busca de comida. Quando sente um perigo, curva a cabeça contra o peito, protege o focinho com as patas dianteiras e enrola-se todo.
A Natureza tem mil e um modos de manter as coisas limpas. Parece que uma das regras do viver bem é a limpeza, o asseio. Deus, que fez a Natureza, requer que a limpeza vá mais longe do que a superfície da pele. Como nos diz nosso texto de hoje, Ele pede que nos purifiquemos de toda a sujidade da carne e do espírito. Isto abrange corpo, espírito e alma.
Devemos cultivar pensamentos puros, pensamentos que não deixem resíduos nocivos à saúde da alma. Uma excelente regra de higiene mental acha-se consubstanciada em Filipenses 4:8: “Tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.”
Para hoje: Deuteronômio 34