| “Todos esperam de Ti que lhes dês o seu sustento em tempo oportuno.” (Salmo 104:27) |
Tamanduá é a denominação genérica que abrange as várias espécies da família Mirmecofagídeos (comedores de formigas). São desdentados e vivem quase unicamente de formigas e cupins, e por isso são utilíssimos. Infelizmente, porém, o povo não lhes agradece o serviço que prestam. Por se tratar de animais vagarosos e quase indefesos, têm sido muito perseguidos e em boa parte exterminados.
O tamanduá-açu, ou tamanduá-bandeira, é a maior e a mais característica das nossas três espécies. A cabeça mede 26 cm; o pescoço e o corpo, 94 cm; e a cauda, quase outro tanto. A cauda é uma enorme bandeira de longos pelos, e lhe serve de coberta quando, de noite, se aninha encolhido para dormir; o corpo desaparece todo debaixo desse como que montão de palha escura. Os pés são providos de longas garras (quatro nas mãos, cinco nos pés) e, para o ofício a que se destinam — isto é, abrir formigueiros e os duríssimos cupins —, esses utensílios prestam-se admiravelmente. A colheita das formigas ele a faz com a língua, estirada uns 30 ou 40 centímetros (portanto, quase dois palmos!). Estando ela bem carregada, recolhe-a rapidamente, saboreia quem a mordia e a enfia de novo para dentro do ninho em busca de mais alimento.
Dizíamos serem os tamanduás indefesos, mas a história bem conhecida do “abraço” com que este animal saúda o inimigo tem seu fundo de verdade. Ereto sobre as patas traseiras, o tamanduá espera o adversário. É fácil imaginar que a mesma força que lhe permite destruir cupinzeiros também pode, pelo menos, machucar bastante o oponente imprudente que se deixar apanhar. Mas sua índole é antes tímida; foge do homem, mas tão lentamente que, a passo, se acompanha seu galope! Infelizmente, os caçadores, diante deste animal útil e indefeso, não sabem conter sua fúria destruidora. Não tardará o dia em que apenas nos jardins zoológicos se poderá admirar esse tipo curioso.
Deus proveu alimento para todas as criaturas, dando a estas a habilidade necessária para conseguir seu sustento. Sem dúvida, em Seu plano original, o tamanduá não cogitava em dar a ninguém o abraço fatal, nem haveria caçador algum a persegui-lo. Como não havemos de ficar contentes quando nem homem nem animal “farão mal nem dano algum em todo o Meu santo monte, diz o Senhor”! (Isaías 65:25).
Para hoje: Rute 1 e 2
No norte do Brasil, observa-se a migração de certas borboletas. Gabriel Soares, no recuado ano de 1587, refere-se a essa migração, dizendo que as borboletas “vêm às vezes de passagem no verão em tanta multidão que cobrem o ar e põem logo todo um dia em passar por cima da cidade de Salvador à outra banda da Bahia, que são nove ou dez léguas de passagem”. Bates (um dos pioneiros que viajou pela costa do Brasil) diz que viajou 80 milhas de sol a sol, no Amazonas, e todo o dia fervilhava o ar de miríades dessas borboletas que, em bandos de 3 a 8 milhas de largura, atravessavam o rio, voando todas na mesma direção (Norte a Sul).
forçam a expiração do ar, dando-se a inspiração pelo simples relaxamento dos músculos. Fechados os estigmas e fingindo-se de morto, o besouro continua por longo tempo a gastar o ar contido nas múltiplas ramificações do sistema respiratório.
O elefante atinge 5 metros de altura e as suas defesas, que chegam a pesar 100 quilos, fornecem o marfim. É interessante notar que o elefante, que é o animal mais forte, é herbívoro; e o animal mais feroz, o leão, é carnívoro. Isto não nos sugere uma ideia?
Uma das espécies de periquito,
A outra espécie de eclipse é rara,
Uma das perguntas que não se conseguiu ainda responder é a de como a mosca doméstica pousa no teto. Para fazer isso, ela tem de pôr-se de cabeça para baixo. Existem várias teorias, mas o feito provavelmente é possibilitado pela aterragem da mosca lateralmente. Ninguém o sabe ao certo.
Você sabe qual é a maior criatura do mundo?
As marmotas têm muitos inimigos. Águias e falcões precipitam-se sobre elas, das alturas; linces e coiotes perseguem-nas em corrida através dos campos; e texugos vão ao seu encalço subterraneamente.