professor

mar 232026
 
“Todos esperam de Ti que lhes dês o seu sustento em tempo oportuno.” (Salmo 104:27)

Tamanduá é a denominação genérica que abrange as várias espécies da família Mirmecofagídeos (comedores de formigas). São desdentados e vivem quase unicamente de formigas e cupins, e por isso são utilíssimos. Infelizmente, porém, o povo não lhes agradece o serviço que prestam. Por se tratar de animais vagarosos e quase indefesos, têm sido muito perseguidos e em boa parte exterminados.

O tamanduá-açu, ou tamanduá-bandeira, é a maior e a mais característica das nossas três espécies. A cabeça mede 26 cm; o pescoço e o corpo, 94 cm; e a cauda, quase outro tanto. A cauda é uma enorme bandeira de longos pelos, e lhe serve de coberta quando, de noite, se aninha encolhido para dormir; o corpo desaparece todo debaixo desse como que montão de palha escura. Os pés são providos de longas garras (quatro nas mãos, cinco nos pés) e, para o ofício a que se destinam — isto é, abrir formigueiros e os duríssimos cupins —, esses utensílios prestam-se admiravelmente. A colheita das formigas ele a faz com a língua, estirada uns 30 ou 40 centímetros (portanto, quase dois palmos!). Estando ela bem carregada, recolhe-a rapidamente, saboreia quem a mordia e a enfia de novo para dentro do ninho em busca de mais alimento.

Dizíamos serem os tamanduás indefesos, mas a história bem conhecida do “abraço” com que este animal saúda o inimigo tem seu fundo de verdade. Ereto sobre as patas traseiras, o tamanduá espera o adversário. É fácil imaginar que a mesma força que lhe permite destruir cupinzeiros também pode, pelo menos, machucar bastante o oponente imprudente que se deixar apanhar. Mas sua índole é antes tímida; foge do homem, mas tão lentamente que, a passo, se acompanha seu galope! Infelizmente, os caçadores, diante deste animal útil e indefeso, não sabem conter sua fúria destruidora. Não tardará o dia em que apenas nos jardins zoológicos se poderá admirar esse tipo curioso.

Deus proveu alimento para todas as criaturas, dando a estas a habilidade necessária para conseguir seu sustento. Sem dúvida, em Seu plano original, o tamanduá não cogitava em dar a ninguém o abraço fatal, nem haveria caçador algum a persegui-lo. Como não havemos de ficar contentes quando nem homem nem animal “farão mal nem dano algum em todo o Meu santo monte, diz o Senhor”! (Isaías 65:25).


Para hoje: Rute 1 e 2

mar 232026
 
“Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou, na esperança de que também a mesma criatura seja libertada.” (Romanos 8:20)

Se examinarmos sob um microscópio as asas de uma borboleta, notaremos que a superfície é coberta de linhas ou estrias. A luz do Sol, ou de outra fonte, incide nessas estrias e refrata, justamente como faz quando incide num prisma. O ângulo no qual a luz dá na estria determina qual a cor que será transmitida aos nossos olhos. Num ângulo baixo, a cor será púrpura. À medida que subir o ângulo, a cor muda para vermelho, laranja, amarelo e verde.

No norte do Brasil, observa-se a migração de certas borboletas. Gabriel Soares, no recuado ano de 1587, refere-se a essa migração, dizendo que as borboletas “vêm às vezes de passagem no verão em tanta multidão que cobrem o ar e põem logo todo um dia em passar por cima da cidade de Salvador à outra banda da Bahia, que são nove ou dez léguas de passagem”. Bates (um dos pioneiros que viajou pela costa do Brasil) diz que viajou 80 milhas de sol a sol, no Amazonas, e todo o dia fervilhava o ar de miríades dessas borboletas que, em bandos de 3 a 8 milhas de largura, atravessavam o rio, voando todas na mesma direção (Norte a Sul).

Às vezes buscamos coisas belas — uma linda rosa, um ipê ou flamboyant floridos — e pensamos: que pena que essas belas flores têm que fenecer, murchar e secar-se!

Paulo, no texto desta manhã, nos diz uma das razões. Deus fez lindas todas as coisas, mas entrou o pecado. Assim, permitiu que este afetasse Sua criação, a fim de que começássemos a ver quão terrível é o pecado. Pois, se todas as coisas permanecessem belas, se não tivéssemos dificuldades ou doenças, concluiríamos que o pecado não é um mal tão grande. Deus permitiu que as coisas fossem afetadas para que víssemos que o pecado destrói a alma, assim como o corpo. Ele, porém, também nos dá esperança e fé de que, a seu tempo, a imarcescível beleza de novo fará morada em nosso mundo.

(Resumido de Ihering)


Para hoje: Juízes 16:4-31

mar 202026
 
“Ele (Deus) mesmo é quem dá a todos a vida, e a respiração, e todas as coisas.” (Atos 17:25)

Muitos insetos resistem durante longo tempo à asfixia por submersão; há besouros estranhos à vida aquática que só morrem após 96 horas de imersão completa. O fato explica-se pela forma como respiram: permanecendo imóvel, o inseto gasta pouco ar. Sua respiração ocorre por meio de tubos de Malpighi, que, com suas mais finas ramificações, recobrem os órgãos a que devem fornecer o oxigênio. As respectivas aberturas externas acham-se ao longo do abdome; são os estigmas, providos de lábios. Ao contrário dos outros animais, os insetos apenas forçam a expiração do ar, dando-se a inspiração pelo simples relaxamento dos músculos. Fechados os estigmas e fingindo-se de morto, o besouro continua por longo tempo a gastar o ar contido nas múltiplas ramificações do sistema respiratório.

Abaixo estão outros fatos surpreendentes sobre esse vasto mundo:

  • Uma formiga, quatro ou cinco dias depois de decapitada, ainda dá sinais de vida por meio de movimentos das extremidades.

  • O peso do cérebro de um besouro corresponde a 1/3.500 do seu peso total; na abelha essa proporção é de 1/174. (No homem, o peso do cérebro corresponde a 1/40 do peso do corpo).

  • A formiga saúva carrega, morro acima, morro abaixo, um grão de milho que corresponde a 20 vezes o peso de seu corpo; assim carregada, anda talvez meio quilômetro o que, em relação ao homem, equivale a muitas e muitas léguas, se tomarmos em consideração o tamanho do pequeno carregador. Um homem, no entanto, consegue carregar, apenas a curta distância, quatro vezes o peso do seu corpo.

  • Os dois grandes globos oculares dos insetos são facetados e a cada uma destas minúsculas lentes hexagonais corresponde uma célula da retina. Pois há insetos cujo globo ocular tem apenas algumas centenas de lentes hexagonais e outros há em que foram contados até 25.000 desses hexágonos. Apesar disto, não é tanto pela vista, como pelo sentido do olfato, aliado a um sentido de orientação especial, que os insetos regulam sua vida.

Não é mesmo maravilhoso o modo pelo qual Deus criou tão grande variedade de vida em nossa Terra, e então deu a cada qual a sabedoria para viver?

(Resumido de Dic. dos Animais do Brasil, Rodolfo von Ihering, págs. 355 e 356.)


Para hoje: Juízes 13 e 14

mar 192026
 
“Eis que Eu farei vir sobre ela saúde e cura, e os sararei, e lhes manifestarei abundância de paz e de verdade.” (Jeremias 33:6)

Que animal é que come meia tonelada de plantas por dia e constrói represas para garantir um permanente suprimento de água? Será um enorme castor? Não, é o elefante! Este animal é altamente inteligente e parece possuir a capacidade de raciocinar e resolver problemas, tais como construir represas para juntar água nas regiões onde ela é escassa.

O elefante atinge 5 metros de altura e as suas defesas, que chegam a pesar 100 quilos, fornecem o marfim. É interessante notar que o elefante, que é o animal mais forte, é herbívoro; e o animal mais feroz, o leão, é carnívoro. Isto não nos sugere uma ideia?

O elefante também é entendido em medicina popular: serve-se de remédios naturais para aliviar a dor ou curar-se de alguma doença. Um deles tinha um abscesso na base da tromba. A ferida era tão sensível que o menor contato da tromba com uma árvore produzia uma dor aguda. Esse elefante, outrora forte defensor de seu rebanho, então andava para trás, através dos arbustos, para proteger a tromba que doía. Também permaneceu afastado dos companheiros, para evitar que um deles lhe desse um encontrão. O único alívio lhe vinha quando encontrava um poça de lama onde simplesmente se deitava de jeito que a parte doída da face se submergia na fria lama.

Em outra parte, muitos dos elefantes emagreciam. Não lhes faltava alimento, mas sofriam da praga de parasitos. Uma elefanta sadia parece que compreendeu o problema. Guiou o rebanho para junto de uma montanha onde os elefantes arrancaram pedaços de pedra calcárea e comeram aos quilos essa pedra de mistura com pedregulho. Depois de um repouso de vinte e quatro horas, os animais infestados estavam curados, e os sadios se haviam precavido contra a infestação.

Na Bíblia há muitas promessas que nos asseguram que Deus velará sobre nós e nos satisfará as necessidades físicas assim como as espirituais. Jeremias provavelmente tinha em mente a cura espiritual quando escreveu as palavras de nosso texto, mas podemos também aplicá-las fisicamente. Deus muitas vezes abençoa com uma especial cura física os que O servem.


Para hoje: Juízes 7

mar 182026
 
“O Senhor não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração.” — 1 Samuel 16:7

Quem de vocês nunca provou o mel? Quem nunca saboreou uma fatia de pão integral, ou de broa de fubá, coberta de mel? E puseram-se então a pensar no número de flores que as abelhas tiveram que visitar para lhe proporcionar uma colherinha de mel?

Uma colmeia é algo muito interessante e nos oferece lições maravilhosas. Cada grupo ou enxame vive em sociedade num cortiço ou colmeia, debaixo da autoridade de uma rainha.

As picadas das abelhas são muito dolorosas, mas, curiosamente, aplicam-se picaduras de abelhas no tratamento do reumatismo crônico.

O naturalista Melo Leitão descreve a engenharia das colmeias: “Cada favo é formado por duas camadas de células, opostas pelas bases, que são formadas por três losangos, de maneira que as células de um lado alternam regularmente com as do outro. Essa disposição permite a maior economia de material e vantagem indiscutível à solidez da construção. Os ângulos desses rombos correspondem rigorosamente aos cálculos de Koening, Cramer e Lalanne.”

Para a abelha, o mundo se afigura muito diferente do que para vocês e para mim. Sobrevoando um canteiro de narcisos, na primavera, a abelha vê grandes flores azuis-verdes, com centros amarelos de bordos púrpura, ao passo que vocês e eu vemos flores brancas com centros de bordos laranja-avermelhado. As abelhas veem também as folhas e a relva verdes como um castanho mortiço.

Se víssemos o mundo da Natureza tal qual a abelha o vê, quase tudo seria castanho em vez de verde, e as únicas manchas coloridas seriam as flores, exceto as vermelhas. As abelhas não enxergam o vermelho.

A diferença que existe entre a maneira em que as abelhas veem e nós vemos nos lembra o nosso texto bíblico, que nos diz que Deus e o homem também veem de modo diverso. O homem vê o que o povo faz; Deus vê o porquê de o fazer. Quão importante é, pois, que tenhamos certeza de que nossas razões sejam certas e sinceras quando agimos!


Para hoje: Juízes 6

mar 172026
 
“Não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal.”Mateus 6:13

A palavra periquito designa todo um grupo de aves da família Psittacidae. Diferem consideravelmente entre si quanto à plumagem. Vivem em bandos e, inquietos que são, alegram as matas com a sua algazarra. Alimentam-se de frutos, sementes, entre outros.

Uma das espécies de periquito, o Aratinga aurea (conhecido como periquito-rei), costuma apoderar-se das casas de cupins arborícolas, efetuando, para tal fim, um orifício vertical a um terço daquela construção.

Os periquitos quase sempre são pouco aptos para aprender a falar, e raros são os casos de sucesso tal que sua língua se desembarace, a ponto de conseguirem falar. O naturalista Levaillant registrou, porém, o caso de um Conurus ter conseguido recitar claramente e sem erro, todo o Pai Nosso em holandês. Também Bates teve ocasião de domesticar um periquito do mesmo gênero, ou antes, tendo-o apanhado do meio do bando e entregue a uma mestiça tapuia, esta, ao cabo de dois dias, o devolveu perfeitamente manso e, daí por diante, facilmente aprendeu a falar.

Os tuins, parentes chegados do periquito, vivem aos bandos e, sempre que pousam, os casais logo se juntam, de modo que sempre ficam agrupados de dois em dois. São muito apreciados no cativeiro, não porque aprendam a falar, mas sim por ser interessantíssimo observar sua vidinha de cônjuges amorosos e dedicados. Várias vezes tem-se constatado que, ao morrer um deles, fica o sobrevivente tão acabrunhado que, pouco depois, entristece, definha e morre também.

Uma família tinha um periquito muito manso, que pousava no ombro do dono e entretinha os membros da família, saltando-lhes em torno e permitindo-se toda sorte de liberdades. A essa família chegou um caxinguelê (um esquilo), que um amigo, que se ausentara, deixara ali por alguns dias. O esquilo não compreendeu as intenções do periquito, ao penetrar este em sua gaiola, e tê-lo-ia despedaçado, não tivesse o dono acorrido bem depressa, salvando-o, já ferido.

Como esse periquito precisou de auxílio quando se viu em perigo, assim nós também dependemos de Deus para sermos protegidos do mal, se, sem saber, chegamos a situações perigosas.


Para hoje: Josué 24

mar 162026
 
Mas para vós, que temeis o Meu nome nascerá o Sol da justiça, e salvação trará debaixo das Suas asas. (Malaquias 4:2.

Há duas maneiras em que se pode dar um eclipse. O mais comum, o da Lua, ocorre quando a Terra se interpõe entre o Sol e a Lua. A Terra então impede que a luz do Sol alcance a Lua, e assim eclipsa-se a Lua.

A outra espécie de eclipse é rara, e os cientistas se entregam a muito estudo prévio para saber quando ocorre. É quando a Lua fica entre o Sol e a Terra. Então se apagam os raios do Sol, lançando a sombra da Lua sobre certas partes da Terra. Os astrônomos então usam seus instrumentos especiais para estudar a coroa e a orla externa do Sol, que não é ocultada pela Lua. Este, então, é o eclipse do Sol.

Normalmente, o Sol brilha com plena força, tanto sobre a Terra como sobre a Lua. Incidindo sobre a Lua, parte de sua luz é refletida de volta para a Terra, a fim de iluminar nossas noites. A Lua continua a receber do Sol a máxima quantidade de luz, até que a Terra se lhe interpõe. E a Terra também continua recebendo plena quantidade de luz do Sol, até que a Lua se põe entre ela e a fonte de luz, o Sol.

Como cristãos, nós alegamos refletir os raios do “Sol da justiça”. Normalmente refletimos esses salutares raios para um mundo escuro e necessitado. Mas há ocasiões em que o mundo se põe entre nós e o “Sol da justiça”, exatamente como a Terra se põe entre o Sol e a Lua. Então incide sobre nós uma sombra, e eclipsa-se nossa justiça.

Há outras ocasiões em que nos tornamos demasiado brilhantes aos nossos próprios olhos, e nos exibimos como sendo justos, por méritos próprios. Nós, os refletores, tornamo-nos então causa de um eclipse do “Sol da justiça” para o mundo. Nosso orgulho projeta uma sombra. Tem de ser mantido o relacionamento devido, para que o produto seja a iluminação do mundo.

“Levanta-te, resplandece, porque já vem a tua luz, e a glória do Senhor vai nascendo sobre ti. Porque eis que as trevas cobriram a Terra, e a escuridão os povos; mas sobre ti o Senhor virá surgindo, e a Sua glória se verá sobre ti.”Isaías 60:1 e 2


Para hoje: Josué 8

mar 162026
 
Louvai ao Senhor. Ó minha alma, louva ao Senhor… que fez os céus e a Terra, o mar e tudo quanto há neles. (S. Mateus 146:1 e 6.

Existe na África uma mosca que bate as asas 120 vezes por segundo. Outros insetos já foram encontrados que batem as asas a uma razão próxima de 2.000 vezes por segundo. Certa espécie de mosca faz um salto mortal em um centésimo de segundo, após o qual voa em direção oposta àquela que tinha antes de dar o salto.

Uma das perguntas que não se conseguiu ainda responder é a de como a mosca doméstica pousa no teto. Para fazer isso, ela tem de pôr-se de cabeça para baixo. Existem várias teorias, mas o feito provavelmente é possibilitado pela aterragem da mosca lateralmente. Ninguém o sabe ao certo.

O inseto de voo mais rápido é a libélula, ou lavandeira. Este nome lhes vem do fato de preferirem a vizinhança dos rios, em cujas margens constroem seus ninhos sobre arbustos. Caçam minúsculos insetos, de que se alimentam. O nome “libélula”, ou “libelinha”, lembra-nos um dos aviões construídos por Santos Dumont, o “Demoiselle”, tão pequenino que o povo lhe deu aquele apelido. Nele o grande inventor saía a dar seus passeios aéreos. A libélula alcança a velocidade de mais de 80 quilômetros por hora.

Existe no Panamá um besouro capaz de voar a 50 quilômetros horários. Por causa de seu corpo duro e resistente, ele representa um verdadeiro risco aos motoristas. Têm-se dado casos de para-brisas partidos ao ocorrer uma colisão entre um deles com o carro.

Um minúsculo inseto denominado podura, ou podurela, assenta-se sobre molas. Seu nome quer dizer: que anda sobre a cauda. Dá saltos de 13 cm. Para o homem igualar essa façanha, teria que dar um salto de 90 metros.

Quando pensamos nos muitos aspectos da maravilhosa Criação divina, talvez não nos lembremos de todos esses minúsculos insetos. Entretanto, alguns dos menores insetos acham-se entre as Suas mais admiráveis criaturas.


Para hoje: Josué 7

mar 142026
 
Aquele que se tornar humilde como este menino, esse é o maior no reino dos Céus. (S. Mateus 18:4

É verdade que somos muitas vezes fascinados por coisas que são as maiores, ou as menores, ou as mais altas, ou mais longas, e assim por diante. Parece ser natural a tendência de comparar coisas entre si, para ver qual delas se avantaja sobre outras.

Você sabe qual é a maior criatura do mundo? É a baleia-azul, um mamífero que chega a pesar mais de 150 toneladas e alcança o comprimento de 30 metros. Portanto, é 30 vezes maior que o elefante, o maior animal de terra seca. O coração da baleia-azul pesa cerca de 500 quilos, e a língua tem o peso incrível de mais de 400 quilos!

A maior ave é, não há dúvida, o avestruz. O maior peixe é o tubarão, que alcança 20 metros de comprimento. O maior réptil de que se tem notícia é um crocodilo da Ásia, que tinha de comprimento 9,90 metros, pesando mais de três toneladas. São capazes de imaginar isso?

A maior criatura que não seja ave, nem mamífero, nem peixe ou réptil, é o grande calamar (em italiano calamaio, isto é, tinteiro, em alusão à sépia, substância escura). É semelhante ao polvo e tem dois braços que podem atingir 10 metros de comprimento. E é difícil acreditar, mas existe uma espécie de caranguejo, nas águas do Japão, que tem corpo de 30 cm de diâmetro e pernas que têm a envergadura de 3,60 m. O maior inseto é o besouro africano Golias, de mais ou menos 15 cm de comprimento.

Modernamente não existe ser humano mais alto que dois metros e quarenta. Mas cremos que Adão tinha mais do dobro da altura do homem mediano de hoje, e que seus descendentes imediatos provavelmente não eram muito menos altos que ele.

De maneira semelhante àquela em que comparamos animais e outros seres animados entre si, muitas vezes nos comparamos uns aos outros, sentindo orgulho por sermos mais altos, ou mais corpulentos, ou mais velhos que Fulano ou Beltrano. Mas nenhum esforço por inflar-nos nos tornará importantes. Aliás, nada importa, absolutamente, quem é o mais alto, ou o mais idoso ou o mais bonito. Jesus sabia como Deus avalia as pessoas, e Ele disse que é quem tem a atitude humilde da criança, que é o maior, no modo divino de avaliar os homens.


Para hoje: Josué 5: 10-15; 6

mar 132026
 
Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união! – Salmo 133:1

A marmota é um mamífero roedor. É semelhante ao esquilo (ou serelepe, ou caxinguelê), mas dele se distingue pela deselegância e morosidade da marcha, sendo pouco hábil para trepar e nadar, além de outras características. Encontra-se com frequência nas montanhas, mas prefere geralmente as planícies. Não emigra nunca. Escava galerias subterrâneas profundas e vive em grupos muitas vezes numerosos. Utiliza-se a pele de algumas espécies para agasalhos.

As marmotas têm muitos inimigos. Águias e falcões precipitam-se sobre elas, das alturas; linces e coiotes perseguem-nas em corrida através dos campos; e texugos vão ao seu encalço subterraneamente.

A “cidade” de marmotas divide-se em seções pequenas. Cada colônia dessas se compõe de um clã, onde cada marmota reconhece os direitos de “cidadania” dos outros membros. Todos os membros da colônia participam igualmente das tocas e do alimento. Cada colônia consiste de um ou dois machos adultos, três a cinco fêmeas e qualquer número de filhotes.

Os membros da colônia são muito afeiçoados e brincalhões entre si, mas não querem ter nada a ver com os membros das colônias vizinhas. Muitas vezes há brigas nas fronteiras entre uma e outra colônia, e as marmotinhas aprendem muito cedo a não se afastarem do lar, sob risco de entrarem em dificuldades.

Esses animaizinhos têm podido sobreviver às incursões de seus inimigos porque permanecem firmemente unidos, em estreitos clãs familiares, e porque cooperam uns com os outros. Muito podemos aprender com elas quanto a cuidar uns dos outros, amando os irmãos e levando as cargas uns dos outros.

“Amai-vos uns aos outros, sim, amai-vos; Não haja em vossos gestos nem uns laivos De inveja, de egoísmo ou amargura; Sede, como as crianças, de alma pura; Vivei sem fel, como as pombinhas mansas, Alheios a rancores e vinganças.”


Para hoje: Josué 4