mar 132026
 
Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união! – Salmo 133:1

A marmota é um mamífero roedor. É semelhante ao esquilo (ou serelepe, ou caxinguelê), mas dele se distingue pela deselegância e morosidade da marcha, sendo pouco hábil para trepar e nadar, além de outras características. Encontra-se com frequência nas montanhas, mas prefere geralmente as planícies. Não emigra nunca. Escava galerias subterrâneas profundas e vive em grupos muitas vezes numerosos. Utiliza-se a pele de algumas espécies para agasalhos.

As marmotas têm muitos inimigos. Águias e falcões precipitam-se sobre elas, das alturas; linces e coiotes perseguem-nas em corrida através dos campos; e texugos vão ao seu encalço subterraneamente.

A “cidade” de marmotas divide-se em seções pequenas. Cada colônia dessas se compõe de um clã, onde cada marmota reconhece os direitos de “cidadania” dos outros membros. Todos os membros da colônia participam igualmente das tocas e do alimento. Cada colônia consiste de um ou dois machos adultos, três a cinco fêmeas e qualquer número de filhotes.

Os membros da colônia são muito afeiçoados e brincalhões entre si, mas não querem ter nada a ver com os membros das colônias vizinhas. Muitas vezes há brigas nas fronteiras entre uma e outra colônia, e as marmotinhas aprendem muito cedo a não se afastarem do lar, sob risco de entrarem em dificuldades.

Esses animaizinhos têm podido sobreviver às incursões de seus inimigos porque permanecem firmemente unidos, em estreitos clãs familiares, e porque cooperam uns com os outros. Muito podemos aprender com elas quanto a cuidar uns dos outros, amando os irmãos e levando as cargas uns dos outros.

“Amai-vos uns aos outros, sim, amai-vos; Não haja em vossos gestos nem uns laivos De inveja, de egoísmo ou amargura; Sede, como as crianças, de alma pura; Vivei sem fel, como as pombinhas mansas, Alheios a rancores e vinganças.”


Para hoje: Josué 4

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