mar 082026
 
Quando o fizestes a um destes Meus pequeninos irmãos, a Mim o fizestes. — Mateus 25:40.

Um comerciante rico de Nova York, retornando para casa numa tarde fria, encontrou na soleira da porta uma criança pobre, descalça e banhada em lágrimas. Seu coração ficou possuído de compaixão. Tomou-a, alimentou-a, vestiu-a e, entregando-lhe uma cesta com comestíveis e um bom cobertor, mandou-a para casa, dizendo-lhe que viesse a ele cada vez que necessitasse de alimentos, roupa ou combustível.

A mãe, que era viúva, sentiu-se confortada, e sempre que a pobreza a atingia demais, a criança ia à casa do comerciante. Um dia, chegou chorando amargamente. A mãe havia morrido, e ela não tinha ninguém por si, senão o bom comerciante.

Ele providenciou o enterro da falecida e levou a filha para casa até que pudesse escrever aos parentes, porque a mãe se casara contra a vontade dos pais e estava deserdada. Os parentes então vieram buscá-la na casa do comerciante.

Com o correr dos anos, sobreveio um infortúnio ao homem que tão misericordioso havia sido. O falecimento de seus familiares e a bancarrota financeira o deixaram na pobreza e ao desamparo. Um dia sofreu um acidente e foi levado ao hospital. Isso foi noticiado pelos jornais, que fizeram um resumo de sua vida e seu revés.

Uma bondosa senhora leu a notícia e dirigiu-se ao hospital, em visita ao pobre homem, já idoso. A princípio ele não reconheceu nela a pequena que um dia socorrera. Ela havia recebido boa educação, casara-se e vivia na abastança. Nunca esquecera seu primeiro benfeitor, mas não conseguira relembrar os seus traços até o momento em que leu a notícia no jornal. Levou-o para casa e cuidou dele, durante o resto dos dias de sua vida, como se fosse seu próprio pai. — The Illustrator.

Não sabemos quanta influência terá um gesto nosso, e quanta bênção trará. Disse o sábio: “Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás.” — Eclesiastes 11:1 (Nota: O texto original citava Provérbios, mas este versículo pertence a Eclesiastes).


Ano Bíblico: Deuteronômio 33

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