mar 072026
 
Declarou-lhes, pois, Jesus: “Eu sou o Pão da vida; o que vem a Mim, jamais terá fome.” S. João 6:35.

Você já notou quantas de nossas hortaliças comuns são raízes da terra? Rabanetes, beterrabas, cenouras, batatas e mandioca são raízes que se encontram na feira e em qualquer supermercado. Essas e outras raízes comestíveis têm salvo pessoas de morrer de fome.

Recentemente, o botânico Davis Cloward foi à Nova Caledônia em busca de várias espécies de bananas silvestres, a fim de usá-las em experiências de hibridação de plantas. Em certa região, encontrou ele os mais sadios e robustos nativos que já vira. Vendo que não havia por ali gado nem plantações vastas, e sabendo que a caça e a pesca não eram correntes, ficou a pensar qual seria o fator responsável por aquela situação. Havia ali moitas de bananeira, mas seriam precisos dois quilos e meio de bananas para alimentar uma pessoa, se seu alimento consistisse apenas nisso. E as bananeiras que Cloward viu não seriam bastantes para manter os habitantes da localidade.

O botânico logo descobriu que o principal alimento daqueles nativos vinha de debaixo da terra: as gigantescas raízes das bananeiras. Essas raízes, que pesavam de 25 a 40 quilos, torradas ou assadas, tinham o gosto de batata-doce, mas eram de paladar melhor ainda. Análises demonstraram que essas raízes continham menos açúcar e mais vitaminas naturais, sais minerais e proteínas do que a batata-inglesa. Os nativos cortavam um pedaço da raiz com o broto e o plantavam, e assim conservavam os bananais. Tinham, deste modo, uma perpétua provisão de excelente alimento.

Os homens pensantes, como temos lido nos jornais, estão preocupados com os problemas que enfrentamos quanto à alimentação dos habitantes do mundo, que aumentam sempre, sem haver um correspondente aumento das fontes produtoras de alimento. Não estará, então, na raiz da bananeira um elemento que mereça as atenções dos responsáveis?

Jesus, a “raiz e a geração de Davi” (Apocalipse 22:16), disse: “Eu sou o Pão da vida; o que vem a Mim, jamais terá fome”. Justamente como os alimentos provenientes de raízes fazem muito para suprir o sustento para o mundo faminto, assim Jesus pode suprir todo o alimento espiritual que precisamos para a vida eterna.


Para hoje: Deuteronômio 32

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