| O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a leiamor não faz mal ao próximo. — I Coríntios 15:56 |
Conquanto todas as milhares de espécies de aranhas sejam um pouco venenosas, só algumas podem causar graves danos aos seres humanos. Quando o naturalista Ivan T. Sanderson foi atacado por uma gigantesca aranha africana, ficou mais atemorizado com a aparência dessa criatura do que com o seu veneno mortífero. Essa aranha, cuja envergadura das pernas media vinte por trinta
centímetros, investiu contra os membros da expedição do Sr. Sanderson dando saltos de quase dois metros. Suas presas de mais de um centímetro de comprimento poderiam haver injetado suficiente quantidade de veneno para matar qualquer deles.
Uma das maiores aranhas é a tarântula. Suas pernas podem ter uma envergadura de quinze ou dezoito centímetros, mas a sua picada raramente é letal. Outra espécie de aranha muito perigosa é a viúva-negra, que recebe este nome devido à suposição errônea de que a fêmea mata e devora o macho. Isto não é verdade.
Nas mesmas proporções, o veneno da viúva-negra é cerca de quinze vezes mais forte do que o veneno da cascavel. Como, porém, esse inseto só injeta pequenas quantidades de veneno em suas picadas, poucas pessoas têm sido gravemente prejudicadas por ele. Com efeito, dentre cem pessoas picadas por essa aranha ocorrem apenas cinco mortes.
“O aguilhão da morte — disse o apóstolo Paulo — é o pecado.” O veneno desse aguilhão (ou ferrão) é mais forte do que o de qualquer inseto, pois resulta na morte de todos. Mas o sangue de Jesus é o antídoto para o pecado, e todos os que aceitam a Jesus como seu Salvador pessoal serão salvos eternamente do aguilhão da morte.
Para hoje: Salmo 37
Os geomys têm uma bolsa fora da boca que se expande para ser usada como meio de transporte de alimentos. Nela o animal leva aos depósitos preparados por ele em suas escavações, alimentos para uso posterior. Se está faminto, alimenta-se no próprio local com as raízes, caules ou batatas subterrâneas. Se não tem fome, o material é recolhido e guardado em sua bolsa recoberta de pelos, onde é transportado às câmaras previamente arranjadas. A fim de livrar-se da carga, o pequeno roedor aperta com as patas a extremidade inferior da bolsa fazendo com que esta salte para fora.
A demanda popular é que determina se uma gema é ou não preciosa, além da raridade e beleza. Diz-se que atualmente a esmeralda situa-se em primeiro lugar, seguida pelo rubi e depois pelo diamante. Houve tempos em que o rubi foi considerado a gema mais preciosa do mundo. Aparentemente era o caso quando Salomão vivia e escreveu. Sendo um dos reis mais ricos do mundo, ele certamente estava em posição de saber sobre as pedras preciosas. Em sua coroa provavelmente havia muitas dessas preciosidades. Contudo, Salomão considerou o rubi, que podia ser visto e admirado, como inferior a algo de que se pode ver apenas os resultados: a sabedoria.
Logo se percebeu que a solha de Moisés segrega um veneno leitoso de 240 glândulas localizadas sobre seu corpo. O peixe constantemente segrega essa substância, de modo que mesmo pequenas quantidades dela ficam na água em torno de si enquanto nadam. Diminutas quantidades do veneno podem matar pequenos peixes, estrelas e ouriços-do-mar. O peixe é comestível porque o cozimento destrói o veneno.
O tamanduá-açu, ou tamanduá-bandeira, é a maior e a mais característica das nossas três espécies. A cabeça mede 26 cm; o pescoço e o corpo, 94 cm; e a cauda, quase outro tanto. A cauda é uma enorme bandeira de longos pelos, e lhe serve de coberta quando, de noite, se aninha encolhido para dormir; o corpo desaparece todo debaixo desse como que montão de palha escura. Os pés são providos de longas garras (quatro nas mãos, cinco nos pés) e, para o ofício a que se destinam — isto é, abrir formigueiros e os duríssimos cupins —, esses utensílios prestam-se admiravelmente. A colheita das formigas ele a faz com a língua, estirada uns 30 ou 40 centímetros (portanto, quase dois palmos!). Estando ela bem carregada, recolhe-a rapidamente, saboreia quem a mordia e a enfia de novo para dentro do ninho em busca de mais alimento.
No norte do Brasil, observa-se a migração de certas borboletas. Gabriel Soares, no recuado ano de 1587, refere-se a essa migração, dizendo que as borboletas “vêm às vezes de passagem no verão em tanta multidão que cobrem o ar e põem logo todo um dia em passar por cima da cidade de Salvador à outra banda da Bahia, que são nove ou dez léguas de passagem”. Bates (um dos pioneiros que viajou pela costa do Brasil) diz que viajou 80 milhas de sol a sol, no Amazonas, e todo o dia fervilhava o ar de miríades dessas borboletas que, em bandos de 3 a 8 milhas de largura, atravessavam o rio, voando todas na mesma direção (Norte a Sul).
forçam a expiração do ar, dando-se a inspiração pelo simples relaxamento dos músculos. Fechados os estigmas e fingindo-se de morto, o besouro continua por longo tempo a gastar o ar contido nas múltiplas ramificações do sistema respiratório.
O elefante atinge 5 metros de altura e as suas defesas, que chegam a pesar 100 quilos, fornecem o marfim. É interessante notar que o elefante, que é o animal mais forte, é herbívoro; e o animal mais feroz, o leão, é carnívoro. Isto não nos sugere uma ideia?