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jun 052026
 
O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a leiamor não faz mal ao próximo. — I Coríntios 15:56

Conquanto todas as milhares de espécies de aranhas sejam um pouco venenosas, só algumas podem causar graves danos aos seres humanos. Quando o naturalista Ivan T. Sanderson foi atacado por uma gigantesca aranha africana, ficou mais atemorizado com a aparência dessa criatura do que com o seu veneno mortífero. Essa aranha, cuja envergadura das pernas media vinte por trinta centímetros, investiu contra os membros da expedição do Sr. Sanderson dando saltos de quase dois metros. Suas presas de mais de um centímetro de comprimento poderiam haver injetado suficiente quantidade de veneno para matar qualquer deles.

Uma das maiores aranhas é a tarântula. Suas pernas podem ter uma envergadura de quinze ou dezoito centímetros, mas a sua picada raramente é letal. Outra espécie de aranha muito perigosa é a viúva-negra, que recebe este nome devido à suposição errônea de que a fêmea mata e devora o macho. Isto não é verdade.

Nas mesmas proporções, o veneno da viúva-negra é cerca de quinze vezes mais forte do que o veneno da cascavel. Como, porém, esse inseto só injeta pequenas quantidades de veneno em suas picadas, poucas pessoas têm sido gravemente prejudicadas por ele. Com efeito, dentre cem pessoas picadas por essa aranha ocorrem apenas cinco mortes.

“O aguilhão da morte — disse o apóstolo Paulo — é o pecado.” O veneno desse aguilhão (ou ferrão) é mais forte do que o de qualquer inseto, pois resulta na morte de todos. Mas o sangue de Jesus é o antídoto para o pecado, e todos os que aceitam a Jesus como seu Salvador pessoal serão salvos eternamente do aguilhão da morte.


Para hoje: Salmo 37

maio 312026
 
O amor não faz mal ao próximo. — Romanos 13:10

Um pequeno roedor comum nos Estados Unidos, que cava túneis sob o solo, tem causado grandes problemas naquele país. Os maiores prejuízos provocados por esses roedores, chamados geomys, relacionam-se com seu hábito de atacar raízes de árvores e de plantações. Mas, além disso, causam transtornos em outras áreas. No Idaho, os geomys cavaram um túnel que deu para um açude de irrigação, fazendo com que a água se desviasse pelo túnel, em lugar de servir à irrigação de imensa área plantada. No Colorado, prejudicaram de tal modo os dormentes da Estrada de Ferro Rio Grande que uma locomotiva chegou a descarrilar.

Os geomys têm uma bolsa fora da boca que se expande para ser usada como meio de transporte de alimentos. Nela o animal leva aos depósitos preparados por ele em suas escavações, alimentos para uso posterior. Se está faminto, alimenta-se no próprio local com as raízes, caules ou batatas subterrâneas. Se não tem fome, o material é recolhido e guardado em sua bolsa recoberta de pelos, onde é transportado às câmaras previamente arranjadas. A fim de livrar-se da carga, o pequeno roedor aperta com as patas a extremidade inferior da bolsa fazendo com que esta salte para fora.

Os geomys têm uma estrutura talhada às suas contínuas escavações. Têm uma cabeça grande, pescoço compacto e poderosos músculos nos ombros. Suas patas dianteiras são fortes e dispõem de três longas garras que se assemelham às pontas de um garfo de três divisões.

É interessante observar que a maior parte dos animais que vivem subterraneamente quase toda a vida parecem realizar maior soma de mal do que de bem, no que concerne à vida humana. Seria irrelevante culpar esses roedores pelos prejuízos que causam, pois, logicamente, aquilo faz parte de sua maneira natural de viver. Mas é difícil achar boas qualidades num animal que provoca tantos danos.

O geomys provoca a maior parte de danos ao prejudicar plantas. É triste dizer que muitas pessoas fazem a mesma coisa com a língua. Contam fatos a respeito de outros de molde a prejudicar-lhes o conceito perante os amigos, fazendo com que esses percam a confiança que depositavam neles. Frequentemente, como se dá com os geômis, esses indivíduos estão sempre ocupados. Certamente havemos decidido não ser como eles, ou como os pequenos roedores que descrevemos acima. “O amor não faz mal ao próximo.”

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Para hoje: Ester 7 e 8

maio 302026
 
Porque melhor é a sabedoria do que as joias; de tudo o que se deseja nada se pode comparar com ela. — Provérvios 8:11

De acordo com Herbert P. Whitlock, mineralogista mundialmente famoso, somente quatro gemas são consideradas preciosas hoje: o diamante, o rubi, a safira e a esmeralda. As demais sobre que ouvimos falar são semipreciosas. Entre as últimas se incluem o topázio, o espinélio, a granada, a turmalina, o zircão, o peridoto, o crisoberilo e a opala. Outras pedras, usadas como joias além dessas, têm valor ainda menor, como se dá com a ametista, a calcedônia, a ágata, o ônix e o jaspe.

A demanda popular é que determina se uma gema é ou não preciosa, além da raridade e beleza. Diz-se que atualmente a esmeralda situa-se em primeiro lugar, seguida pelo rubi e depois pelo diamante. Houve tempos em que o rubi foi considerado a gema mais preciosa do mundo. Aparentemente era o caso quando Salomão vivia e escreveu. Sendo um dos reis mais ricos do mundo, ele certamente estava em posição de saber sobre as pedras preciosas. Em sua coroa provavelmente havia muitas dessas preciosidades. Contudo, Salomão considerou o rubi, que podia ser visto e admirado, como inferior a algo de que se pode ver apenas os resultados: a sabedoria.

Há duas listas de doze pedras preciosas na Bíblia. A primeira é relativa à descrição das gemas no peitoral do sumo sacerdote — cada pedra representativa de uma das doze tribos de Israel. Todas essas quatro pedras preciosas da atualidade estavam incluídas. A segunda é da visão de João, sobre a Cidade Santa com seus doze fundamentos, cada qual de uma pedra preciosa diferente representando os doze apóstolos. Sete dessas são idênticas àquelas que constavam do peitoral, e cinco são diferentes. Uma diferença notável é o diamante. Estava no peitoral, mas não é mencionada como uma das pedras do fundamento.

Salomão sugere que a sabedoria é mais preciosa mesmo do que os rubis. Essa qualidade deriva de fazermos nosso melhor para aprender as lições da vida, de ouvir o conselho daqueles de maior experiência e de meditar sobre o que aprendemos. Desse modo, mesmo os mais jovens dentre nós podem obter sabedoria.


Para hoje: Ester 7 e 8

maio 282026
 
“Moisés, porém, disse ao povo: Não temais; estai quietos, e vede o livramento do Senhor. O Senhor pelejará por vós; e vós vos calareis. — Êxodo 14:13, 14.

Embora pareça incrível, há um peixe à prova de tubarões. Trata-se da solha, que os israelitas chamam de solha de Moisés. Obteve tal nome de uma lenda que o liga a Moisés. Há pouco é que se descobriu que esse peixe é à prova de tubarões.

Quando os ictiólogos, cientistas que se dedicam a estudar os peixes, colocaram várias solhas de Moisés num tanque com tubarões, estes partiram em direção a elas, como sempre fazem quando um peixe pequeno está próximo. Mas em lugar de transformarem aqueles peixes em sua refeição, os tubarões afastaram-se depressa para longe, balançando a cabeça de um lado para outro enquanto as mandíbulas permaneciam num ângulo engraçado.

Logo se percebeu que a solha de Moisés segrega um veneno leitoso de 240 glândulas localizadas sobre seu corpo. O peixe constantemente segrega essa substância, de modo que mesmo pequenas quantidades dela ficam na água em torno de si enquanto nadam. Diminutas quantidades do veneno podem matar pequenos peixes, estrelas e ouriços-do-mar. O peixe é comestível porque o cozimento destrói o veneno.

Uma descoberta eletrizante foi de que um componente desse veneno anula as toxinas de abelhas, escorpiões e de muitas cobras. Ademais, pode ser que algum dia o uso da substância seja possível como um repelente de tubarões em favor de mergulhadores e nadadores. O veneno age como um elemento paralisante. Uma gota na ponta da língua faz com que a área fique inibida e entorpecida por vinte minutos ou mais. Pequenas porções introduzidas na corrente sanguínea causam dano ao sistema nervoso de pequenos animais.

As solhas de Moisés no tanque com tubarões talvez estivessem alheias ao fato de que os tubarões as atacavam. Sentiam que de alguma maneira estavam seguras. Semelhantemente Moisés disse aos israelitas que confiassem em seu Deus; que Ele os protegeria. Não deviam preparar-se para combater o inimigo, ou tomar qualquer atitude, mas simplesmente esperar. Eles não sabiam como Deus cuidaria deles. Mas deveriam ter confiança de que ele o faria. E foi o que fez.


Para hoje: Ester 3 e 4

maio 262026
 
“No meio da sua praça, e de ambos os lados do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês; e as folhas da árvore são para a cura das nações.” (Apocalipse 22:2)

O coala, mamífero marsupial, alimenta-se exclusivamente de folhas — e apenas de algumas poucas espécies de eucalipto. O ingrediente básico dessas folhas é um óleo amargo, mas o coala as aprecia e as consome em tão grande quantidade que chega a ingerir de um quilo a um quilo e meio por dia, o que representa cerca de um quarto de seu peso.

No tempo de nossos avós, o óleo de eucalipto era às vezes esfregado no peito de quem estivesse resfriado. Quando usado dessa maneira, o óleo enchia o ar com um aroma penetrante. Em doses elevadas, chega a fazer os olhos arderem e o nariz coçar. Pequenas porções de óleo de eucalipto são atualmente misturadas com bastante açúcar e outros sabores, tornando-se a base da maior parte das pastilhas contra a tosse.

Consequentemente, não é surpresa que o coala tenha cheiro de eucalipto — característica que lhe traz benefícios. Não há inseto conhecido que o incomode. Mosquitos, moscas e carrapatos o ignoram, permitindo-lhe viver tranquilamente nos eucaliptos, remoendo suas folhas medicinais.

As folhas de eucalipto têm muitos ingredientes além do óleo. Diferentes espécies possuem diferentes componentes químicos que exercem efeitos interessantes sobre os coalas que as preferem. No clima quente da Austrália setentrional, os coalas alimentam-se apenas de folhas que contêm cineol, substância que reduz a pressão sanguínea e a temperatura corporal. Ao sul, onde o clima é mais frio, os animais consomem folhas que contêm felandreno, elemento químico que aumenta a temperatura do corpo. Para o coala, o eucalipto é, de certo modo, uma “árvore da vida”, embora, naturalmente, não o mantenha vivo para sempre.

Quando Deus criou o Éden, plantou ali uma árvore que concedia vida eterna aos que dela se alimentavam. Essa árvore ainda permanece no Éden, que está no Céu. Jesus prometeu: “Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no paraíso de Deus.” É-nos dito que as folhas dessa árvore serão para o benefício das nações. Devem ser deliciosas!


Para hoje: Neemias 6

mar 232026
 
“Todos esperam de Ti que lhes dês o seu sustento em tempo oportuno.” (Salmo 104:27)

Tamanduá é a denominação genérica que abrange as várias espécies da família Mirmecofagídeos (comedores de formigas). São desdentados e vivem quase unicamente de formigas e cupins, e por isso são utilíssimos. Infelizmente, porém, o povo não lhes agradece o serviço que prestam. Por se tratar de animais vagarosos e quase indefesos, têm sido muito perseguidos e em boa parte exterminados.

O tamanduá-açu, ou tamanduá-bandeira, é a maior e a mais característica das nossas três espécies. A cabeça mede 26 cm; o pescoço e o corpo, 94 cm; e a cauda, quase outro tanto. A cauda é uma enorme bandeira de longos pelos, e lhe serve de coberta quando, de noite, se aninha encolhido para dormir; o corpo desaparece todo debaixo desse como que montão de palha escura. Os pés são providos de longas garras (quatro nas mãos, cinco nos pés) e, para o ofício a que se destinam — isto é, abrir formigueiros e os duríssimos cupins —, esses utensílios prestam-se admiravelmente. A colheita das formigas ele a faz com a língua, estirada uns 30 ou 40 centímetros (portanto, quase dois palmos!). Estando ela bem carregada, recolhe-a rapidamente, saboreia quem a mordia e a enfia de novo para dentro do ninho em busca de mais alimento.

Dizíamos serem os tamanduás indefesos, mas a história bem conhecida do “abraço” com que este animal saúda o inimigo tem seu fundo de verdade. Ereto sobre as patas traseiras, o tamanduá espera o adversário. É fácil imaginar que a mesma força que lhe permite destruir cupinzeiros também pode, pelo menos, machucar bastante o oponente imprudente que se deixar apanhar. Mas sua índole é antes tímida; foge do homem, mas tão lentamente que, a passo, se acompanha seu galope! Infelizmente, os caçadores, diante deste animal útil e indefeso, não sabem conter sua fúria destruidora. Não tardará o dia em que apenas nos jardins zoológicos se poderá admirar esse tipo curioso.

Deus proveu alimento para todas as criaturas, dando a estas a habilidade necessária para conseguir seu sustento. Sem dúvida, em Seu plano original, o tamanduá não cogitava em dar a ninguém o abraço fatal, nem haveria caçador algum a persegui-lo. Como não havemos de ficar contentes quando nem homem nem animal “farão mal nem dano algum em todo o Meu santo monte, diz o Senhor”! (Isaías 65:25).


Para hoje: Rute 1 e 2

mar 232026
 
“Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou, na esperança de que também a mesma criatura seja libertada.” (Romanos 8:20)

Se examinarmos sob um microscópio as asas de uma borboleta, notaremos que a superfície é coberta de linhas ou estrias. A luz do Sol, ou de outra fonte, incide nessas estrias e refrata, justamente como faz quando incide num prisma. O ângulo no qual a luz dá na estria determina qual a cor que será transmitida aos nossos olhos. Num ângulo baixo, a cor será púrpura. À medida que subir o ângulo, a cor muda para vermelho, laranja, amarelo e verde.

No norte do Brasil, observa-se a migração de certas borboletas. Gabriel Soares, no recuado ano de 1587, refere-se a essa migração, dizendo que as borboletas “vêm às vezes de passagem no verão em tanta multidão que cobrem o ar e põem logo todo um dia em passar por cima da cidade de Salvador à outra banda da Bahia, que são nove ou dez léguas de passagem”. Bates (um dos pioneiros que viajou pela costa do Brasil) diz que viajou 80 milhas de sol a sol, no Amazonas, e todo o dia fervilhava o ar de miríades dessas borboletas que, em bandos de 3 a 8 milhas de largura, atravessavam o rio, voando todas na mesma direção (Norte a Sul).

Às vezes buscamos coisas belas — uma linda rosa, um ipê ou flamboyant floridos — e pensamos: que pena que essas belas flores têm que fenecer, murchar e secar-se!

Paulo, no texto desta manhã, nos diz uma das razões. Deus fez lindas todas as coisas, mas entrou o pecado. Assim, permitiu que este afetasse Sua criação, a fim de que começássemos a ver quão terrível é o pecado. Pois, se todas as coisas permanecessem belas, se não tivéssemos dificuldades ou doenças, concluiríamos que o pecado não é um mal tão grande. Deus permitiu que as coisas fossem afetadas para que víssemos que o pecado destrói a alma, assim como o corpo. Ele, porém, também nos dá esperança e fé de que, a seu tempo, a imarcescível beleza de novo fará morada em nosso mundo.

(Resumido de Ihering)


Para hoje: Juízes 16:4-31

mar 202026
 
“Ele (Deus) mesmo é quem dá a todos a vida, e a respiração, e todas as coisas.” (Atos 17:25)

Muitos insetos resistem durante longo tempo à asfixia por submersão; há besouros estranhos à vida aquática que só morrem após 96 horas de imersão completa. O fato explica-se pela forma como respiram: permanecendo imóvel, o inseto gasta pouco ar. Sua respiração ocorre por meio de tubos de Malpighi, que, com suas mais finas ramificações, recobrem os órgãos a que devem fornecer o oxigênio. As respectivas aberturas externas acham-se ao longo do abdome; são os estigmas, providos de lábios. Ao contrário dos outros animais, os insetos apenas forçam a expiração do ar, dando-se a inspiração pelo simples relaxamento dos músculos. Fechados os estigmas e fingindo-se de morto, o besouro continua por longo tempo a gastar o ar contido nas múltiplas ramificações do sistema respiratório.

Abaixo estão outros fatos surpreendentes sobre esse vasto mundo:

  • Uma formiga, quatro ou cinco dias depois de decapitada, ainda dá sinais de vida por meio de movimentos das extremidades.

  • O peso do cérebro de um besouro corresponde a 1/3.500 do seu peso total; na abelha essa proporção é de 1/174. (No homem, o peso do cérebro corresponde a 1/40 do peso do corpo).

  • A formiga saúva carrega, morro acima, morro abaixo, um grão de milho que corresponde a 20 vezes o peso de seu corpo; assim carregada, anda talvez meio quilômetro o que, em relação ao homem, equivale a muitas e muitas léguas, se tomarmos em consideração o tamanho do pequeno carregador. Um homem, no entanto, consegue carregar, apenas a curta distância, quatro vezes o peso do seu corpo.

  • Os dois grandes globos oculares dos insetos são facetados e a cada uma destas minúsculas lentes hexagonais corresponde uma célula da retina. Pois há insetos cujo globo ocular tem apenas algumas centenas de lentes hexagonais e outros há em que foram contados até 25.000 desses hexágonos. Apesar disto, não é tanto pela vista, como pelo sentido do olfato, aliado a um sentido de orientação especial, que os insetos regulam sua vida.

Não é mesmo maravilhoso o modo pelo qual Deus criou tão grande variedade de vida em nossa Terra, e então deu a cada qual a sabedoria para viver?

(Resumido de Dic. dos Animais do Brasil, Rodolfo von Ihering, págs. 355 e 356.)


Para hoje: Juízes 13 e 14

mar 192026
 
“Eis que Eu farei vir sobre ela saúde e cura, e os sararei, e lhes manifestarei abundância de paz e de verdade.” (Jeremias 33:6)

Que animal é que come meia tonelada de plantas por dia e constrói represas para garantir um permanente suprimento de água? Será um enorme castor? Não, é o elefante! Este animal é altamente inteligente e parece possuir a capacidade de raciocinar e resolver problemas, tais como construir represas para juntar água nas regiões onde ela é escassa.

O elefante atinge 5 metros de altura e as suas defesas, que chegam a pesar 100 quilos, fornecem o marfim. É interessante notar que o elefante, que é o animal mais forte, é herbívoro; e o animal mais feroz, o leão, é carnívoro. Isto não nos sugere uma ideia?

O elefante também é entendido em medicina popular: serve-se de remédios naturais para aliviar a dor ou curar-se de alguma doença. Um deles tinha um abscesso na base da tromba. A ferida era tão sensível que o menor contato da tromba com uma árvore produzia uma dor aguda. Esse elefante, outrora forte defensor de seu rebanho, então andava para trás, através dos arbustos, para proteger a tromba que doía. Também permaneceu afastado dos companheiros, para evitar que um deles lhe desse um encontrão. O único alívio lhe vinha quando encontrava um poça de lama onde simplesmente se deitava de jeito que a parte doída da face se submergia na fria lama.

Em outra parte, muitos dos elefantes emagreciam. Não lhes faltava alimento, mas sofriam da praga de parasitos. Uma elefanta sadia parece que compreendeu o problema. Guiou o rebanho para junto de uma montanha onde os elefantes arrancaram pedaços de pedra calcárea e comeram aos quilos essa pedra de mistura com pedregulho. Depois de um repouso de vinte e quatro horas, os animais infestados estavam curados, e os sadios se haviam precavido contra a infestação.

Na Bíblia há muitas promessas que nos asseguram que Deus velará sobre nós e nos satisfará as necessidades físicas assim como as espirituais. Jeremias provavelmente tinha em mente a cura espiritual quando escreveu as palavras de nosso texto, mas podemos também aplicá-las fisicamente. Deus muitas vezes abençoa com uma especial cura física os que O servem.


Para hoje: Juízes 7

mar 182026
 
“O Senhor não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração.” — 1 Samuel 16:7

Quem de vocês nunca provou o mel? Quem nunca saboreou uma fatia de pão integral, ou de broa de fubá, coberta de mel? E puseram-se então a pensar no número de flores que as abelhas tiveram que visitar para lhe proporcionar uma colherinha de mel?

Uma colmeia é algo muito interessante e nos oferece lições maravilhosas. Cada grupo ou enxame vive em sociedade num cortiço ou colmeia, debaixo da autoridade de uma rainha.

As picadas das abelhas são muito dolorosas, mas, curiosamente, aplicam-se picaduras de abelhas no tratamento do reumatismo crônico.

O naturalista Melo Leitão descreve a engenharia das colmeias: “Cada favo é formado por duas camadas de células, opostas pelas bases, que são formadas por três losangos, de maneira que as células de um lado alternam regularmente com as do outro. Essa disposição permite a maior economia de material e vantagem indiscutível à solidez da construção. Os ângulos desses rombos correspondem rigorosamente aos cálculos de Koening, Cramer e Lalanne.”

Para a abelha, o mundo se afigura muito diferente do que para vocês e para mim. Sobrevoando um canteiro de narcisos, na primavera, a abelha vê grandes flores azuis-verdes, com centros amarelos de bordos púrpura, ao passo que vocês e eu vemos flores brancas com centros de bordos laranja-avermelhado. As abelhas veem também as folhas e a relva verdes como um castanho mortiço.

Se víssemos o mundo da Natureza tal qual a abelha o vê, quase tudo seria castanho em vez de verde, e as únicas manchas coloridas seriam as flores, exceto as vermelhas. As abelhas não enxergam o vermelho.

A diferença que existe entre a maneira em que as abelhas veem e nós vemos nos lembra o nosso texto bíblico, que nos diz que Deus e o homem também veem de modo diverso. O homem vê o que o povo faz; Deus vê o porquê de o fazer. Quão importante é, pois, que tenhamos certeza de que nossas razões sejam certas e sinceras quando agimos!


Para hoje: Juízes 6