professor

fev 062026
 

 

O mafioso Dwight Manfredi é libertado da prisão após 25 anos e enviado por seu chefe para abrir uma loja em Tulsa, Oklahoma. Percebendo que sua família mafiosa pode não ter seus melhores interesses em mente, Dwight lentamente planeja seu retorno.

 

dez 092025
 

A palavra é: linguagem. A linguagem é o símbolo. O homem criou a linguagem para interagir com seu semelhante.


A comunicação é a base fundamental da vida em sociedade. É através dessa necessidade intrínseca que a humanidade desenvolveu a linguagem.


Representação da Realidade: Os Signos

Para conseguir se comunicar, o ser humano elaborou diferentes formas de representar a realidade. Essa recriação ocorre por meio de sinais ou signos.

O homem criou dois tipos principais de signos para expressar e transmitir ideias:

  • Signos não verbais: O desenho, a dança, a pintura, entre outros.

  • Signo verbal: A palavra.


O Que Define a Linguagem?

Os signos, por si sós, não garantem a comunicação. Eles são organizados em códigos. Todo código criado com o objetivo de estabelecer comunicação entre as pessoas é definido como linguagem.

Importante: O código não é apenas um conjunto de signos; ele é um sistema organizado que possui regras próprias. É essa organização que permite a eficácia da comunicação, tornando-o uma linguagem.

O ser humano criou dois grandes tipos de código ou linguagem:

  1. Linguagem Não Verbal: Formada exclusivamente por signos não verbais (desenhos, gestos, etc.).

  2. Linguagem Verbal: Formada por palavras.


A Supremacia da Linguagem Verbal

A linguagem verbal é a mais utilizada e essencial para a comunicação humana.

  • É com a palavra que o homem explica e atribui significado aos signos não verbais, como o desenho, a dança, a pintura, as expressões matemáticas e os sinais de trânsito.

  • É principalmente através da palavra que o ser humano se comunica ativamente com o mundo ao seu redor.

  • A palavra permite que o homem retome fatos passados e elabore projetos futuros, sendo crucial para o desenvolvimento do pensamento complexo e da memória social.


Sugestão de Next Step: Gostaria que eu criasse uma breve introdução ou uma conclusão para este texto, deixando-o ainda mais completo para a sua postagem?

dez 092025
 

E disse-lhes: Vinde após Mim, e Eu vos farei pescadores de homens. S. Mateus 4:19.


Os corvos-marinhos são aves de pés digitados [palmados] e bicos encurvados e finos, encontrados praticamente em todas as partes do mundo. Alimentam-se principalmente de peixes e crustáceos. Uma espécie, que vive na costa oeste da América do Sul, tem sido considerada a mais valiosa ave do mundo, porque o seu esterco contém elevada percentagem de nitrogênio, sendo usado como base de alguns dos melhores fertilizantes. A coisa mais interessante em relação aos corvos-marinhos, porém, é o modo como obtêm o seu alimento, o que permite que sejam eles utilizados pelos pescadores orientais em sua pescaria.

Para obter sua refeição, o corvo-marinho aspira um pouco de ar, e então introduz primeiro a cabeça dentro da água na perseguição à sua presa. Eles são exímios nadadores, avançando na água por meio de suas asas e pés.

Quando um corvo-marinho apanha sua presa com o bico fino e longo, precisa retornar à superfície, porque não pode engolir coisa alguma debaixo d’água. É esta característica do pássaro que levou os pescadores a utilizá-los como pescadores-auxiliares na China e no Japão. Durante centenas de anos os pescadores orientais têm treinado esta ave como pescadora. Cada ave é dotada de um anel em torno do pescoço, para impedir que engula o peixe que pesca. Uma corrente é fixada ao anel, a fim de que o seu dono possa trazê-la de volta da água. Logo ela aprende a entregar ao dono tudo que pesca. O pescador guarda os peixes grandes e recompensa o pássaro com os menores, ou demasiado pequenos para o comércio. Quando não está pescando, o corvo-marinho treinado empoleira-se na proa do barco do pescador.

Jesus treinou os discípulos para que fossem pescadores de homens, como diz nosso texto, pois alguns deles já eram exímios pescadores antes. E assim como os pescadores orientais treinam suas aves para pescar, mas não para si mesmas, senão para o seu senhor, Jesus ensinou Seus discípulos a conquistar homens, não para seguirem a eles, os discípulos, mas a Ele, Jesus, o Salvador. E Jesus deseja que também nós sejamos Seus pescadores de homens.


Pàra hoje: Gálatas 5:19-26; 6:1-10

dez 082025
 

“Porque nenhum de nós vive para si, e nenhum morre para si.” Romanos 14:7


A despeito do que vocês possam ter ouvido, há muitas plantas chamadas aerófitas que não tiram sua nutrição do ar. Essas plantas aerófitas são, na maioria, de origem hispânica, musgosas, como a conhecida barba-de-velho, que pende de árvores, bem como a maioria das relacionadas com as bromeliáceas. Elas se apegam aos galhos ou troncos de árvores em florestas tropicais. Há pelo menos duas mil espécies em toda a América tropical, e umas duas dúzias delas em partes dos Estados Unidos.

Um aspecto singular das bromeliáceas é que, embora elas se utilizem de árvores para se sustentarem, não tiram o seu alimento de sua árvore hospedeira. Ora, se não vivem do ar e não se alimentam da árvore, de onde obtêm sua nutrição? A resposta é: água. As bromeliáceas que se assemelham ao abacaxi coletam água na base de cada folha. Folhas mortas, insetos e outras matérias em decomposição são aí coletadas e absorvidas pela planta.

A barba-de-velho (musgo espanhol) nem é musgo e nem nativa da Espanha. Quando Lineu, o grande naturalista do século dezoito, deu nome latino à planta, chamou-a Tillandsia, derivando o nome de um de seus estudantes, Tilland. Segundo a História, Tilland tinha tal horror à água que, uma vez, andou mais de 1.600 quilômetros para não ter de fazer uma breve travessia de barco. Lineu supôs que o musgo espanhol também detestasse a água, e deu-lhe aquele nome. Lineu errou, naturalmente, porque a barba-de-velho, ou Tillandsia, depende tanto de água como quaisquer outras espécies da família das bromeliáceas. Quando chove, a planta absorve água e os nutrimentos acompanhantes através dos poros, podendo estes ser firmemente fechados durante o tempo seco a fim de conservar a umidade interna.

Muitos animais, pássaros e insetos dependem das bromeliáceas. Eles bebem em copos naturais de água. A parula warbler se aninha no musgo espanhol. Os esquilos comem as folhas das bromeliáceas, e há mosquitos que só se reproduzem nas bases úmidas de certas plantas aerófitas.

As bromeliáceas, que mostram na vida das plantas como uma forma de vida depende de outra, ilustram bem nosso texto, segundo o qual somos todos interdependentes, isto é, dependemos uns dos outros, e todos dependemos de Deus.


Para hoje: II Cortintios 9

dez 072025
 

“Varões galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido no Céu, há de vir assim como para o céu O vistes ir.” Atos 1:11.


Há no sul do Texas e na América Central um pássaro que sempre na primavera me traz à lembrança este texto. São as gralhas-mexicanas (ou gráculas), aves de caudas longas, até certo ponto parecidas com a nossa graúna, que se reúnem em grandes grupos durante a noite e se dispersam em pequenos bandos para se alimentarem durante o dia. Durante o período de acasalamento, entretanto, juntam-se em pequenos grupos nas grandes árvores, ou em grupos de árvores, onde constroem seus ninhos no topo das mesmas em colônias livres.

Antes, porém, de construírem os ninhos, um observador notaria uma coisa interessante. Os machos se reúnem no chão ou no topo das árvores e iniciam uma espécie de dança muito cômica, na tentativa de atrair a companheira. A parte mais curiosa desta exibição é o modo como um ou mais deles estica o pescoço subitamente, vira-o estranhamente para trás e olha na direção do céu, e fica nessa posição contemplando o azul por um bom lapso de tempo. Isto é interrompido periodicamente por um ruflar de asas e um cacarejar estridente que desafiam qualquer descrição, e que constituem um incômodo às pessoas que vivem perto, até que se acostumam com o barulho.

As fêmeas, ligeiramente menores do que o macho, de cor levemente amarronzada, ao contrário do macho, de cor negra acetinada como a nossa graúna, são evidentemente atraídas por esta cena mímica.

Os discípulos dificilmente podiam crer em seus próprios olhos quando Jesus foi elevado ao alto, muito embora lhes houvesse dito que seria recebido no alto. Eles ficaram atônitos, a contemplar Sua ascensão; e eis que nesse momento os anjos se apresentaram para perguntar-lhes por que estavam assim extasiados a olhar para cima. Jesus os havia deixado, a obra devia continuar, e eles precisavam preocupar-se com isto. Quando Jesus voltar nas nuvens, todo olho O verá. Não podemos também ficar a olhar para o céu como as gralhas-mexicanas barulhentas, pois há um trabalho a ser feito, e se formos fiéis em fazê-lo, teremos alegria de vê-Lo retornar.


Para hoje: I Coríntios 13

dez 072025
 

Existe uma frase no mundo esportivo que, de tão gasta, já virou um clichê, mas que, sob a luz fria da lógica, faz menos sentido que pedir um sorvete diet. Falo da famosa: “O perdedor vendeu caro a derrota.”

Sinceramente, se o perdedor está vendendo a derrota, quem está comprando? E, mais importante, quem em sã consciência gastaria um centavo para adquirir algo tão… derrotante?


🤔 A Lógica Invertida do Barato e do Caro

Vamos parar e pensar no mecanismo básico de qualquer transação.

  1. Você quer um produto (a Vitória).

  2. O seu adversário tem esse produto e não quer te entregar de graça.

  3. Você precisa pagar (com suor, lesões, tempo de treino e, claro, um estresse cardíaco de tirar o chapéu) para levar o item para casa.

Se o time que perdeu deu um trabalho infernal, correu como um louco e fez o vencedor suar sangue (literalmente, às vezes) até o último segundo, ele não está vendendo a derrota. Ele está encarecendo o produto do outro!

O verdadeiro paradoxo é este: o time que perdeu o jogo, mas forçou o vencedor a dar tudo de si, fez o preço da vitória disparar no mercado.


💰 O Vencedor, o Comprador Suado

O coitado do vencedor, que precisou de prorrogação, pênaltis, ou virar o placar no último minuto com um lance de gênio (ou de pura sorte), não comprou uma vitória barata. Ele pagou o preço máximo!

  • Ele comprou a vitória? Sim.

  • Ela foi barata? Não!

Portanto, a única conclusão lógica (e muito mais divertida) é:

“O perdedor não vendeu caro a derrota. Ele vendeu caro a vitória do adversário!

Ele foi um negociante astuto. Ele olhou para a vitória que estava na prateleira, colocou um monte de impostos, taxas de serviço, e uma alíquota altíssima de exaustão física e mental em cima, e disse: “Você quer este troféu? Ótimo. Mas vai ter que hipotecar a alma para levar.”


😂 Um Novo Clichê para o Esporte

Na próxima vez que você assistir a uma disputa épica e o placar for apertado, ignore a velha e ilógica frase. Adote a nova, que faz justiça ao sacrifício do perdedor e ao custo real do vencedor:

“Que jogo! O time X vendeu a vitória para o time Y a um preço extorsivo. O time Y vai ter que tomar soro por três dias para se recuperar desta ‘compra’.”

É hora de reconhecer o esforço do perdedor não como um fracasso bem-sucedido de venda, mas como uma operação de mercado brilhante que elevou o preço da glória para o máximo possível.

Afinal, na economia da superação, o vencedor é sempre o comprador, e a derrota é apenas o recibo de uma negociação inacreditavelmente cara. E o que importa não é perder, mas garantir que quem ganhe saiba exatamente o quanto custou levar a melhor.


E você?

Qual foi a vitória que você mais “comprou caro” na sua vida? Aquela que te deixou exausto, mas com um sorriso no rosto? Deixe seu comentário!

dez 062025
 

“Porque Ele vê as extremidades da Terra…. Quando deu peso ao vento, e tomou a medida das águas.” Jó 28:24 e 25.


A Terra pesa mais de 6 septilhões de toneladas. Outro modo de dizer é que ela pesa mais de 6 milhões de milhões de trilhões de toneladas. Podemos dizê-lo ainda de outro modo: escrever um 6 seguido de 24 zeros. Consegue começar a imaginar isto?

Nosso planeta gira a uma velocidade superior a mil e quinhentos quilômetros por hora, dependendo do ponto em que você esteja em relação ao equador.

Por que então não voamos para o espaço se a Terra sob nossos pés está girando a tão grande velocidade? Uma das razões, naturalmente, é a gravidade. Quanto mais pesado é um mundo, maior é sua gravidade. Assim, somos mantidos sobre nosso planeta por esta gravidade.

1206Ora, que diria você se eu lhe dissesse que o ar que cobre a Terra pesa mais de 5 quintilhões, ou 5 milhões de trilhões de toneladas? Você pode imaginá-lo escrevendo um 5 e fazendo-o seguir de 18 zeros. Sim, isto é verdade, e é a gravidade que o sustenta também.

Está surpreso em ficar sabendo que o ar tem peso? Pois Deus já no-lo disse há longo tempo no passado, conforme está em nosso texto, não é certo?

Durante milhares de anos, os cientistas não o sabiam. Então, um homem chamado Torricelli provou que o ar tinha peso, e que esse peso em qualquer parte do mundo muda de dia para dia. Os meteorologistas chamam a isto pressão barométrica.

Nós não podemos ver-nos livres do ar. Por exemplo, é muito difícil expulsar todo o ar de um espaço, criando a condição chamada vácuo absoluto. Quando o espaço vazio, ou vácuo, é aberto, o ar penetra com tanta violência como se fosse uma tormenta. Pode notar-se isto quando se abre uma lata de algum alimento conservado a vácuo. Conforme o produto é mantido em vácuo selado, ao abrir-se a lata o ar penetra com tamanha velocidade que o alimento é fortemente agitado. É o peso do ar que produz este fenômeno, em virtude da gravidade.

Nossa vida seria impossível se Deus não tivesse provido o ar e outras coisas necessárias no mundo em que vivemos. É maravilhoso pensar em como Ele cuidou de tudo ao criar a Terra para vivermos nela!


Para hoje: Romanos 12